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O frete nos remete imediatamente ao ato de levar ou buscar algo de um lugar para o outro, certo? Mas essa palavra, tão utilizada nos dias de hoje em função da popularização do e-commerce, tem um significado um pouco mais complexo quando abordada no contexto de uma transportadora.

Além de não existir apenas um tipo, a categoria de frete escolhida interfere diretamente em seu custo. Para ajudá-lo a entender tudo isso, vamos listar neste artigo quais são os tipos de frete, a diferença entre eles e os fatores que influenciam na hora da contratação. Confira!

Os diferentes tipos de frete

Como falamos, para as empresas que trabalham com o transporte de cargas, o assunto frete é algo um pouco mais complexo, pois elas precisam identificar o melhor tipo de frete de acordo com a modalidade de transporte, a forma de contratação, a responsabilidade de pagamento e as características da carga.

Em relação ao tipo de transporte, o frete pode ser:

Nacional: Quando o ponto de partida e o destino do frete se localizam dentro do país.

Internacional: É utilizado em importações e exportações e possui procedimentos, leis, exigências e documentações distintas do frete nacional. É preciso estar atento a essas particularidades antes de contratar o serviço.

Aqui, também destacamos o tipo de frete de acordo com a forma de contratação, que pode ser:

Normal: Quando a mesma empresa fornecedora é responsável por coletar e entregar a carga. É chamado assim por ser o mais usual.

Subcontratação: É quando a empresa contratada terceiriza o serviço a uma segunda empresa. Geralmente, é feito quando a transportadora não consegue atender uma determinada área e, por isso, faz parceria com outra empresa.

Redespacho: Assim como na subcontratação, no redespacho há duas empresas envolvidas no serviço de frete. A diferença é que nesse tipo a empresa contratada realiza parte do percurso de entrega da mercadoria e a empresa parceira realiza a parte restante.

Redespacho intermediário: Aqui o transporte se divide em três etapas: a primeira é realizada pela empresa contratada; a segunda, pela empresa parceira; e uma terceira transportadora faz o trecho intermediário, sendo responsável por finalizar a entrega.

Leia mais: Como fazer a emissão do CT-e de Redespacho



Qual é o melhor: CIF ou FOB?

Outra dúvida que costuma surgir é sobre a diferença entre CIF e FOB. As duas modalidades também representam tipos de frete, só que definidas de acordo com a responsabilidade no pagamento do serviço.

CIF (Cost, Insurance and Freight, em inglês, ou Custos, Seguro e Frete, em português) significa que no valor da mercadoria já estão incluídos os custos de seguros e frete, não sendo necessária a contratação de um serviço adicional. Nesta modalidade, o remetente é responsável pelo pagamento do frete e pela supervisão da operação. Ao destinatário cabe somente a função de receber a encomenda.

Já a FOB (Free on Board, em inglês, ou Livre à Bordo, em português) diz respeito ao frete não está incluso no valor da mercadoria nem nos custos de entrega do produto, de modo que o destinatário é responsável pelos custos e pelo seguro e o pagamento deve ser realizado no momento da entrega.

A escolha por uma dessas modalidades vai depender do objetivo do frete. Se for uma compra, recomenda-se que seja utilizada a CIF, já que o fornecedor ficará responsável pelos custos. No caso de uma venda, é mais vantajoso optar pela FOB, pois o comprador será o responsável pela segurança e pelos custos do transporte.

Cargas: fator decisivo na hora de escolher o frete ideal

Por último, temos o tipo de carga a ser transportada. Por ser um fator que influencia diretamente nos custos, saber a categoria da mercadoria é determinante na hora de optar pelo frete mais adequado. Temos os seguintes tipos de carga:

Carga completa, fechada ou lotação

Geralmente é utilizada quando todo o compartimento do caminhão, ou a maior parte dele, é ocupado por mercadorias entregues no mesmo destino e quando há a necessidade de uma entrega rápida. Por essa razão, em casos pontuais, ela também é acionada em pedidos com cargas menores.

Mas o ideal é que haja planejamento necessário para que se recorra a ela apenas em grandes compras. Além de não haver desperdício do espaço pago, como a entrega contará com uma rota única, diminuem-se as chances de extravios, já que os produtos serão manuseados somente no momento de embarque e desembarque.

Carga fracionada

Diz respeito a pedidos menores e para mercadorias com destinatários distintos, que compartilham o espaço do caminhão. Por isso, nesses casos, os custos com frete tendem a ser mais baratos, já que se dividem entre todos os remetentes. Essa categoria costuma ser escolhida quando não há urgência na entrega.

Essa é uma pequena parcela do segmento de transporte rodoviário de carga. Sabemos que o serviço de frete reúne diversas informações e requer atenção em relação aos pequenos detalhes.

Portanto, lidar com os dados de uma empresa requer recursos que auxiliam nos processos. Um sistema de gestão de transportes é a melhor opção para gerir os negócios de uma transportadora. Possuir controle operacional, administrativo e financeiro é a melhor maneira de trabalhar de forma organizada, proporcionando geração de receita e, consequentemente, o sucesso da empresa.

Fonte: APR Tecnologia

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